Ciclismo no combate às doenças crônicas

Aliar a prática de atividades físicas à rotinas das grandes cidades é uma árdua tarefa. O dia-a-dia das pessoas que vivem nos grandes centros as levam a buscar, cada vez mais, alternativas fáceis e eficazes para manter a saúde. Adotar a bicicleta como meio de transporte ou apenas como hobby nas horas vagas aparece como uma saída com inúmeros benefícios: faz bem ao corpo e à mente, diverte, poupa tempo e não polui o ambiente.

Andar de bicicleta com frequência ajuda a combater males como a obesidade e a pressão alta (hipertensão). Os treinos regulares levam ao gasto da gordura corporal como fonte energética. Desta forma, quem pratica esportes perde peso e aumenta a resistência cardiovascular.

A prática também é uma grande aliada no combate à diabetes, pois faz com que o coração trabalhe melhor e que o corpo precise de doses menores de insulina. Também ajuda a controlar a pressão arterial, pois o oxigênio chegará sem dificuldade aos músculos. A diabetes surge com a baixa produção de insulina.

Além dos cuidados de segurança, o praticante deve estar atento ao seu bem estar. Os iniciantes  precisam, em média, de 1 a 2 meses para a adaptação muscular e respiratória. Nessa fase, é recomendável começar em lugares planos, evitando o esforço excessivo das subidas.

Outra questão fundamental nesta prática é a hidratação. É importante que o ciclista tenha sempre consigo uma garrafa de água para repor o líquido consumido durante a atividade. A alimentação também deve ser observada: não é recomendável sair para pedalar após refeições pesadas, como o almoço, por exemplo. Comidas gorduras devem ser evitadas, pois dificultam a digestão.

Para saber se há alguma contraindicação à prática, nada mais eficaz e seguro que consultar um médico cardiologista, que irá determinar a necessidade de exames como hemograma completo, eletrocardiograma, entre outros.  Pessoas acima dos 45 anos, com hipertensão arterial, sedentários, fumantes, diabéticos e com doenças coronárias não devem escapar dessa consulta antes de iniciar a atividade.

Por: AgComunicado

Lubrificando a Bike

A função da graxa é minimizar o atrito entre em as partes e estender a vida do conjunto. No entanto, a graxa também tem sua vida útil. Como acontece com os carros que precisam trocar o óleo de tempos em tempos, com a bicicleta é a mesma coisa. No caso dos carros, você pode reparar que o óleo sai preto, bem diferente de quando é colocado no motor. Com a graxa também acontece a mesma coisa, quanto mais escura a graxa, pior a qualidade.

Seguindo este princípio, sempre que a graxa estiver preta ela deve ser trocada. E colocar graxa preta ou escura, nem pensar. Outro fator para trocar a lubrificação é a entrada de sujeira no sistema, principalmente areia. A graxa que ajuda a estender o tempo de vida dos cubos se transforma em vilão quando entra areia. A graxa segura os grãos e passa a atuar como uma lixa. E quanto mais graxa tiver, maior é o grão de areia que ela segura. Por esse motivo, o uso de graxa comum na corrente é desaconselhável. Se for usar graxa na corrente, a faxina deve ser mais freqüente.

Que graxa usar

Seguindo as cores poderíamos dizer que a branca e a azul são as melhores. A marrom é geralmente o que sobrou no fundo do tanque na refinaria, portanto menos pura. A branca é uma opção que aparentemente se coloca como primeira da lista, mas apesar de reter menos água, a graxa branca se deteriora mais rapidamente. A azul por outro lado, além de ser uma graxa pura, tem um tempo de vida maior. A azul é a preferida dos mecânicos de bike consulados por Onde Pedalar.

Graxa na corrente

Colocar graxa na corrente pode ser um faca de dois gumes. Seria uma boa opção se a corrente fosse fechada como o cubo. O fato de ela trabalhar ao tempo, faz com que muita sujeira se acumule no sistema e aí ela degrada rapidamente a corrente. O lubrificante melhor pra corrente é aquele que faz seu trabalho com o menor acumulo de substância sobre ela. Assim a poeira não gruda.

Existem alguns óleos, a base de Teflon, especialmente desenvolvidos para correntes que prometem lubrificar a seco sem segurar sujeira. Há também uma graxa em spray que é própria para a corrente e que mais se parece com um óleo mesmo. Mas o velho e bom óleo Singer ainda é uma vedete entre ciclistas, basta ficar de olho para não deixar faltar, ele geralmente seca mais rápido e sai facilmente na água.

O principal para a boa conservação da corrente é sempre mante-la limpa. Depois de uma trilha, sempre lave e lubrifique.

Publicação do SITE Onde Pedalar. Enviado por Marcelo em 01/11/2007 para o SITE: Onde Pedalar.

 

A escolha correta do pedal

foto pedal

Com a rápida evolução em tão pouco tempo, o mountain bike gerou uma indústria
que, no final da década de 80, começava a introduzir bicicletas e acessórios
cada vez mais funcionáveis. Nesta época o mercado começou a expandir-se exigindo
acessórios com maior resistência, peças mais leves, o que obrigou a indústria a
responder com um grande avanço tecnológico.

Quadros feitos com materiais
desenvolvidos pela indústria aero-espacial, como o titanium, amortecedores,
shifters e todos os outros componentes da bicicleta passaram a ser
produzidos em clima de grande concorrência e disputa entre diferentes
marcas.

Nos acessórios, os pedal foi um dos acessórios que mais
concentrou atenção da indústria. A grande virada foi quando se criou uma versão
off-road para o pedal clip do ciclismo. A idéia surgiu no final da década
de 80, e foi desenvolvida pela lenda do mountain bike, Greg Herbold. Ele criou o
Spd como é chamado o pedal para mountain-bike, que virou um acessório essencial.
A partir de então diferentes marcas começaram a desenvolver seus próprios pedais
baseados na idéia de Herbold.

Os pedais também evoluíram muito nos
últimos anos. Um bom exemplo é o pedal Shimano spd M636 que é o melhor pedal
para a pratica do downhill. O M636 tem um formato de pedal livre, mas com o
sistema Spd no meio, tornando-o um pedal multi-uso em diversas situações. Hoje
existem pedais que chegam a pesar somente 330g, como o Ritchey pro mountain, que
é um dos mais evoluídos pedais clip para alta performance.

Existem
também os pedais livres que são pedais como todo mundo imagina um pedal. Eles
também passaram por uma grande evolução, não tão profunda como os pedais
clip. Um ótimo pedal livre é o Kore Plataforma, que como o nome já diz
parece uma plataforma dando a incrível sensação de estar com o pé apoiado em um
plataforma.

Antes de escolher os pedais para sua bicicleta – Antes
de comprar os pedais de sua bicicleta procure pesquisar qual função eles terão
para você. Se for para down-hill / freeride procure o Shimano M636. Se
você é praticante de cross-country e alta performance, o Rithey pro
mountain é o mais indicado. Já o pedal livre que é muito utilizado por atletas
profissionais do dual-slalon, bmx e bikerX, eles variam de acordo com seu
material. Os melhores são os de alumínio que são resistentes e funcionáveis.

Todos acessórios são importantes mas lembre-se que o que importa é que a
sua bicicleta esteja em boas condições, seja o seu objetivo o
cross-country, freeride, downhill, cicloturismo,
dual-slalon, entre outras práticas de mountain bike.

webventure bike

Prenda seu ciclo computador no guidão e não perca este importante acessório

Eliseu Frechou

Qualquer peça que seja utilizada em uma bicicleta tem que estar muito bem presa. Isso não ão é novidade, mas mesmo assim, a perda de algum item sempre acontece volta e meia com qualquer bike. Seja equipamentos colocados nos bolsos da camisa, seja outros fixos a bike. Trepidações fora do comum, esbarrões ou tombos também são mais do que justificativas para falhas no sistema de fixação de algumas peças e acessórios.

Depois de perder o ciclo computador na trilha duas vezes – e retornar perdendo preciosos minutos para achá-lo, resolvi colar um fio na caixa do ciclo computador e uni-lo ao guidão. Depois disso, a peça só caiu uma vez, mas rapidamente pude vê-la pendurada e recuperei-a. Deixo a dica para quem usa este acessório e não quer correr o risco de perdê-lo, o que no caso de uma trilha orientada por odômetro, vai causar uma tremenda dor de cabeça ao biker, além de um prejuízo desnecessário.

ESPN

Ciclovia na Rodovia dos Romeiros

                                      Foto: Marina Sousa/Agetop

09/10/2012 – Mais de seis quilômetros da ciclovia que a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) constrói na Rodovia dos Romeiros, na GO-060, já estão asfaltados e os outros 8,8 quilômetros restantes passam por obras de terraplenagem. Ao todo, serão 14,8 quilômetros de ciclovia, com pista nos dois sentidos e largura de 2,5 metros, iniciando em cerca de 1,5 quilômetro à frente do trevo de Goiânia e seguindo do lado direito da pista até o trevo de Trindade.

No projeto constam a implantação de sinalização vertical e horizontal, meio fio, calha e descida d’água, além do prolongamento dos bueiros da GO-060. Está prevista para dezembro deste ano a conclusão das obras da ciclovia, que teve custo aproximado de R$ 4,6 milhões, arcado integralmente pelo Tesouro Estadual. A questão da segurança dos ciclistas e pedestres foi o fator que impulsionou o projeto, além de maior conforto para os que transitam do outro lado da rodovia, quando da Festa do Divino Pai Eterno.

Disputar espaço com carros trafegando a uma velocidade média de 80 quilômetros por hora, em uma via de grande fluxo, não será mais a realidade dos ciclistas que percorrem a rota Goiânia-Trindade por meio da GO-060. Essa é a segunda rodovia estadual a receber uma ciclovia, cujo projetos contam com o apoio da Federação dos Ciclistas de Goiás. A GO-020 também possui espaço para os adeptos das pedaladas.

Gerência de Comunicação

Bottom Bracket

Image

Bottom Bracket, também conhecido por BB e nosso velho conhecido movimento central, localiza-se na parte inferior central do quadro, junto com os rolamento, o sistema de eixo ajuda ao Pedivela a girar de forma suave e eficiente.

Há uma grande variedade de BB no mercado, junto ao seu mecânico, você poderá escolher desde um sistema bem antigo até mesmo um sistema integrado top de linha que poderá lhe custar um mais.

Dicas para um bom pedal na praia

Image

Como já sabido de todos, tanto para uma trilha ou para um pedal na cidade é de extrema importância que a bicicleta esteja com a revisão em dia, alguns itens devem ser levados mais em consideração, tais como lubrificação dos cabos e verificação dos freios.

Já para um pedal específico na praia, vale levar em conta de que o sal ajuda ainda mais no processo de oxidação dos metais, então é bom lembrar de não carregar muitos acessórios, como trancas e cadeados. Como hoje quase todas as boas bicicletas são com estrutura de alumínio, não há muito o que se preocupar com o quadro, porém vale lembrar que o alumínio também oxida e que não se deve deixar areia depositada nele por muito tempo. Outra dica é a utilização de raios e niples que não oxidam, pois em uma revisão quase ninguém remove pneus e câmaras de ar para uma limpeza interna.

Para quem já tem uma maior experiência e uma maior afinidade com o pedal, sempre há alguns pequenos pontos que muitas vezes caem no esquecimento como a substituição de alguns parafusos por parafusos em aço inoxidável, os do suporte das garrafas e do guidão, e para alguns da abraçadeira do selim.

Ao pedalar na praia lembre-se de evitar molhar a bike com a água da praia e quando pedalar na areia procure os locais mais firmes. E ao terminar o pedal lave a bike com água procurando evitar ao máximo deixar depósitos de areia nas peças, pois a areia da praia é rica em sal.

Para um pedal mais tranquilo você pode deixar de lado o pedal clip, mas se já tiver um bom relacionamento com o mesmo pode investir que irá lhe ajudar no rendimento. A utilização de pneus grossos faz uma grande diferença, e ao pedalar procure manter uma linha reta e uma pedalada mais constante. E quanto à corrente dê preferência a utilizar pouca lubrificação ou utilizar lubrificantes secos, como grafite.

E não se esqueça de verificar as condições climáticas, e das ondas, pois em uma maré cheia você pode acabar ficando sem areia para pedalar.

MTB.

Sequenciado genoma da banana

Image

MONTPELLIER, França – O sequenciamento do genoma da Musa acuminata, presente na composição de todos os tipos comestíveis de banana, foi concluído, o que abre caminho para a produção de variedades mais resistentes aos parasitas, anunciaram institutos de pesquisas do sul da França.

A banana revelou os segredos de seus 520 milhões de bases, destacaram o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad) e o Centro Nacional de Sequenciamento (CEA-Genoscope), ambos em Montpellier. O sequenciamento revelou os 36 mil genes da bananeira e sua posição em seus 11 cromossomos.

Os resultados do trabalho, que durou mais de 10 anos, foram publicados na última edição da revista científica Nature, informou o Cirad, que coordenou em 2010 o sequenciamento do genoma do cacaueiro.

Para os pesquisadores, a descoberta representa uma “contribuição fundamental para aprimorar as variedades”, uma vez que “a banana está sujeita a ameaças constantes de parasitas, e é fundamental para a segurança alimentar e econômica de mais de 400 milhões de pessoas nos países do sul”.

“Se a produção de variedades mais resistentes é uma necessidade, também é, no entanto, complicada, devido à baixa fertilidade das bananas”, advertiu o Cirad. “O sequenciamento constitui uma referência de grande valor para estudar a evolução dos genomas”, acrescentou, ressaltando que os pesquisadores já conseguiram determinar que a bananeira registrou três episódios de duplicação completa do genoma.

A maioria dos genes que surgiram desta duplicação se perdeu, mas alguns persistiram, permitindo “o surgimento de novas funções biológicas”, destacaram os pesquisadores, que identificaram fatores abundantes de regulação, que contribuem em “processos importantes, como o amadurecimento das frutas”.

Da Agência France Presse.

POSTADO ÀS 15:50 EM 13 DE Julho DE 2012 por Verônica Falcão